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Sonia Marques, nossa Head of Brand & Marketing, explica por que somos Energy Intelligence

Energy intelligence nasceu no horizonte fohachiano com a mesma força que muitas outras descobertas ocorreram para que a célula imaginal da empresa fosse conhecida em sua integralidade, ao longo dessa jornada de três anos — célula imaginal, aliás, é um dos inúmeros tesouros que a Natureza tem para nos ensinar sobre o mundo e suas possibilidades. Resumidamente, célula imaginal é um ambiente inviolável, que guarda todas as informações e possibilidades de um ser vivo do mundo animal. Uma borboleta só é uma borboleta porque a célula imaginal da lagarta existe e guarda o design e a visão de futuro que garantem a incrível transformação, que conhecemos só pelo lado de fora.

Uso essa metáfora para ajudar a contar essa história porque a acho incrível. E energy intelligence tem tudo a ver com isso porque ela é, de fato, um dos elementos da célula imaginal da Fohat. Abro uma parênteses aqui, avisando você que vou chamar energy intelligence de ¨ei¨ algumas vezes só pra dar fluidez nessa narrativa.

Energy intelligence é a integração de três áreas — a Economia, a Energia e a Tecnologia — a serviço de solucionar problemas energéticos do mundo. Economia é a ciência que estuda como a sociedade produz, armazena, distribui e consome bens de consumo. Energia é o recurso vital para tudo que o homem realiza. Como setor, faz parte da Infraestrutura e é ponto de partida de todos os setores econômicos: primário, secundário e terciário. Tecnologia é uma ciência e para especialistas no assunto é uma área do conhecimento humano que começa lá na Antiguidade. No geral, ela é o que torna a nossa vida super mais fácil e prática.

Sob o âmbito de energy intelligence não há uma explicação técnica de proporcionalidade de cada uma delas na composição de ei. Por quê? Porque o fim é Energia e, quando falamos em integração, o foco está nas co-relações, na relatividade das coisas em busca de uma solução e não em cotas individuais, em protagonismos unilaterais. O que importa é o todo. O importante, portanto, é que nessa era em que vivemos surge a energy intelligence como uma área do segmento de Energia, que por sua vez, faz parte do macro grupo de Infraestrutura. 

Então, posso afirmar que energy intelligence trata-se de um conceito de uma das mais recentes e avançadas áreas do setor energético, porque exige aplicação do que está na fronteira do conhecimento humano e, claro, de uma visão de inovação por essência e excelência. E, como toda novidade de mercado, suscita pontos de interrogação. Natural. Nós também nos questionamos muitas vezes sobre isso. 

Mas deixa por o pé nessa bola e clarear um pouco esse cenário….em poucas palavras, energy intelligence é a entrega de uma solução essencialmente inovadora, e com base tecnológica, para resolver um problema de energia, depois dele ter sido analisado obrigatoriamente sob a ótica econômica. Então, percebemos aí que ei tem um ciclo de três fases: a fase da interpretação analítica do problema (com visão da Economia), a concepção da solução de inovação (com a ajuda da Tecnologia) e execução da mesma em Energia. O fim sempre é Energia, como já mencionado.

Isso posto, podemos ter players inseridos na cadeia ou atuando com foco em qualquer uma das três fases do ciclo de ei. Por exemplo, temos empresas que se focam na alimentação ou no trato da informação de base de interpretação analítica, como é o caso da britânica Energy Intelligence, que tem escritórios em Nova York, Londres, Houston, Dubai, Moscou, Washington, Beirute e na cidade-estado Singapura, e atende as indústrias petrolífera e de gás, essencialmente. Ou a startup norte-americana Energyintel sediada em Buffalo — ao norte do estado de Nova York — focada na fase 2 de ei para solucionar problemas de transporte e mobilidade. 

Na Fohat é assim…

Antes de falar como é, tenho de dizer que a Fohat é a primeira empresa brasileira que se posiciona oficialmente como sendo de energy intelligence. Registrado isso, conto agora que a atuação da Fohat está inserida em todas as três fases descritas de ei. 

Por essência, aliás, a Fohat é uma empresa de inovação. Uma inovação que não se limita ao nível de produto. A empresa, da qual orgulhosamente faço parte, inova no relacionamento empresarial, nos modelos de negócios e parcerias que tem criado, na execução de seus projetos, na organização empresarial, no trato de seus colaboradores, na visão de mundo. O que nos move é pensar naquilo que talvez ninguém ainda possa ter pensado. É ir além. Avançar. É viver sob a cultura de arriscar para encontrar soluções e aprender com os desafios dessa jornada. Mas sempre com uma única direção: transformar positivamente o mundo por meio da energia. 

Pois bem, depois desse afã de entusiasmo e paixão, volto para o nosso tema: a Fohat interpreta as demandas e os padrões de consumo da sociedade e concebe e executa soluções para problemas de energia que existem agora e os que estão por vir.

Aplicamos modelos de execução conforme o segmento do mercado de Energia ou projeto que estamos atuando. Via de regra, sob a fase 1 do ciclo de ei, o nosso time realiza diferentes tipos de pesquisa e análise, de estudos de cenário econômico à viabilidade econômica, passando por estudos técnicos usando as mais diversas áreas de engenharia e tecnologia, sempre dependendo da demanda. 

A partir dessa interpretação do problema, desenvolvemos modelagens de negócios específicos, com ajuda de expertises em negócios, jurídicas, financeiras, tecnológicas, branding e de energia, claro. Tudo isso antes de partir para o desenvolvimento de uma solução, que pode ser uma ferramenta, um processo, um produto propriamente dito. Investimos muito tempo e expertises nessa fase. 

De posse do conhecimento resultante desse árduo trabalho analítico, temos o ponto de partida para a fase de resolução. Partimos para o desenvolvimento com muito embasamento conceitual e teórico e, pra isso, contamos com um time multidisciplinar das mais diversas áreas do conhecimento olhando para o mesmo problema em busca da solução. E quando digo multidisciplinar, I really mean it! No nosso núcleo de tecnologia, por exemplo, tem jornalista, publicitário, engenheiro e TI, pesquisando e desenvolvendo códigos, buscando raciocínios na fonte das Exatas — já temos muitos sotaques diferentes nesse time também. Tem o gaúcho, o cearense, o paulista, o paranaense, o catarinense, o carioca, o mineiro e sonhamos atingir 27 diferentes sons que são música aos nossos ouvidos. E na fase de aplicação da solução em Energia, da mesma forma como nas anteriores, contamos com profissionais de diversas matizes e áreas assumindo seus postos na condução das etapas traçadas no projeto.

Outro viés importante de ser ressaltado é que, embora, eu tenha explicado de forma estanque o que realizamos nas três fases, isso não significa que o processo seja linear e mecânico. Muitas vezes da fase 3 voltamos para a fase 1 para reformular algumas premissas e paramos na fase 2 para ajustar algo. Enfim, isso é parte de um trabalho realizado com uma visão essencialmente de inovação.

Em paralelo nesse contexto, também preciso mencionar que atualmente no universo da Energia, o que há de mais avançado no radar é o chamado ¨3Ds Energy¨, sigla para Descarbonização, Descentralização e Digitalização da Energia numa tradução livre, leve e solta. Mas você deve estar se perguntando: tá e o que significa 3Ds Energy afinal? Respondo: são os pilares para a criação da economia de energia verde do futuro (próximo). E a Fohat tem know-how em 3Ds Energy, isto é, sabe aplicar isso no âmbito da Energia. Não é à toa que conta com projetos em Santiago, Melbourne, São Paulo e Curitiba e tem se firmado como referência latino-americana no cenário global de Energia.

E…ufa, embasando tudo isso temos um modelo de trabalho em formato de squads que funciona com o uso de metodologias Agile e OKR. Isso é organizado pela visão dos fundadores da Fohat, Dani Paes e Igor Ferreira, para que tenhamos ciclos cada vez mais curtos para entendermos os desafios, os cenários (que se impõem na velocidade da luz), e buscarmos soluções, errando, aprendendo e, finalmente, acertando — não exatamente sempre, nessa ordem. E como uma cola invisível, um verdadeiro alicerce, está uma cultura corporativa que empresto as palavras da Dani Paes para explicar…

Nosso valor máximo é bem estar. Tudo o que fazemos é pelo bem estar, seja a saúde do setor de Energia, seja a saúde das pessoas que vamos beneficiar no futuro próximo quando essa Energia for mais acessível. Seja a saúde do colaborador que, brilhantemente, contribui todos os dias pra fazer a diferença no mundo. Então tudo o que propomos é pelo bem estar: dos produtos, do mercado e principalmente das pessoas

Artigo publicado originalmente em 12 de agosto de 2020 no Linkedin da nossa Head of Brand & Marketing Sonia Marques.

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